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Fora da Realidade: Solta o som, DJ!

Sentiram saudades? Poisé, estamos de volta para mais um insubstituível…

Eu e Mairon decidimos trazer para vocês mais daquilo que adoramos: a cena da Ana Carolina Madeira se fodendo música. Singles lançados recentemente e um estupendo CD desse ano. Deliciem-se.

Wild About It e Want, de Natalie Imbruglia

por Pedro S.

Todo mundo que viveu nos anos 90, como eu, o Mairon, seu primo que era tarado na Babi Xavier apresentando o Erótica MTV e aquela sua amiga que tem até hoje a Capricho com a primeira capa da Luana Piovani, sabe quem é Natalie Imbruglia. A cantora australiana invadiu as paradas de sucessos com sua música “Torn”, de melodia agradável e letra fácil, e até hoje nós temos que aturá-la cantando em festas de “Back to 90’s”. Seu primeiro CD, “Left of the Middle” fez um certo sucesso e garantiu prêmios para ela, mas depois disso, a carreira de Natalie foi um tanto quanto flopada. Apesar de “White Lillies Island” ser um CD cheio de boas músicas, poucas pessoas chegaram a conhecê-lo e “Counting Down the Days” nem chegou ao Brasil.

Agora ela está de volta, com um disco chamado “Come to Life”, que será lançado no dia 2 de outubro. Enquanto ele não sai, que tal avaliarmos os singles, metendo o pau gratuitamente? E ah, ignorem o excesso de photoshop na cara dela. Obrigado.

cometolife

Wild About It: Sei nem o que comentar dessa tosqueira. Ruim, simplesmente ruim. Não sei o que passou na cabeça dela para achar que essa porcaria faria um bom single. Vou chutar drogas pesadas, mas enfim. A música tenta ser uma coisa alegrinha e feliz, mas a batida não ajuda e a letra repetitiva chega ao ponto de ser chata. A única coisa que vale a pena é o clipe, um ápice do bregalicious. Vejam e riam. Dancinhas coreografadas, pessoas vestidas toscamente e muita falta de vergonha na cara fazem “Wild About It” ser minimamente aturável. Mas eu disse minimamente. Não sintam-se mal se desligarem depois do primeiro refrão – eu teria feito o mesmo, se não tivesse que escrever esse post.

Nota final:

Want: Ah, agora sim. Want pode não ser a melhor música do mundo, mas é daquelas que dá vontade de ouvir até o final – pelo menos isso, né. Sem pretensão de ser feliz, motivacional ou a versão sonora de um livro de auto-ajuda, tem uma vibe mais eletrônica e até um pouco étnica, deixando de lado o pop-chiclete e investindo em ecos e sons mais pesados. Consigo até vê-la tocando em uma boate, sem problemas. Agora é torcer para que as outras sejam mais parecidas com essa que com “Wild About It”, ou a australiana vai amargar uma flopagem muito merecida. E eu farei questão de sambar na cova dela.

Nota final:

Lungs, de Florence + The Machine

Por Mairon

Bom, vou falar pra vocês que eu não sou daquele tipo de piranha hype que vive nos melhores bloguinhos hypadíssimos do momento acompanhando todas as melhores-bandas-da-última-semana, então não foi bem assim que eu conheci esse CD. Foi um amigo que me passou no MSN um clipe, eu achei fiercíssimo e comecei a ouvir o álbum inteiro, que é ótimo. Esqueçam a cara feia da vocalista e atentem-se só para o sabor e refrescância desse lançamento.

lungs

Pra começar, o CD não tem nenhuma música arrastada, chata, daquelas que te faz querer pular. Acho até que algumas das músicas estão prontíssimas pra você ouvir na buatchy enquanto bate cabelo louquísisma de ecstasy, mas um pouco contida com medo de não ser presa numa blitz e sair em uma reportagem do Reporter Record.

Se eu fosse você, assistiria, antes de tudo, o clipe dessa música, que é simplesmente maravilhoso.

Para ouvir no repeat até seus amiguinhos terem ódio de você: Rabbit Heart (Raise it Up), que tem interessantíssimos temas orientais e um refrão mega sexy e catchy.

Para se surpreender com tanta lascívia: Drumming Song. Que música maravilhosa. Ótima, agitada, dançante e ainda tem esse clipe excelnte que vocês puderam ver aí em cima. Se não der vontade de você colocar um maiô e uma capa de chuva e correr pra primeira igreja que você vir pela frente, se sentindo a própria Beyoncé branca, você deve ter sérios problemas.

Para fazer own, enquanto quebra o pescocinho para o lado e apóia a cabeça no ombro: Cosmic Love. Gente, que música linda. Super aquela música pra você se enxergar sentado em uma colina com seu amor, completamente miguxístico, olhando o por do sol, ao som dela.

Para riscar o CD e nunca mais ouvir essa merda: I’m Not Calling You a Liar. Pra mim é a única música mais arrastada do CD. E isso que depois de 2 minutos ela começa a engrenar. Tarde demais, acho. Pena.

Nota final:

9 Respostas

  1. Natalie Imbruglia… mas que bomba, hein…e olha que eu já ouvi mto Torn no meu quarto enquanto odiava o mundo naquele período mágico da aborrecência.
    Agora esse clipe é um festival de tosqueira. Não sei bem o que foi pior, o figurino, a música ou NI se sentindo Ginger Rogers dos tempos modernos …muita V.A. Foi pro limbo merecidamente.

  2. Ahhh… mas adorei o post, hein!;)
    Serve de alerta, da próxima vez eu acredito que é ruim e poupo meus ouvidos…uuhauhshsuhuahushuahs

  3. Como assim Natalie Inbruglia voltou? hahahahaha

    Florence é delicia mesmo!

    • Poisé, ela veio direto lá da Floplândia para nos encantar com Wild About It, essa música tão legazzzzzzzzzzzzzzz.

    • VAK, a Natalie sempre esteve lançando coisas. Meio flopada, mas sempre lançou.

      • Eu sei – inclusive, eu tenho um dos outros CD’s dela -, mas qual seria a graça se eu não zoasse a coitada?

  4. Já conhecia o Kiss with a punch da florence, o drumming song é muito boa mesmo, bem melhor, a parte beyoncé branca na igreja é ótima… Só não sei extamente o que ela quer ser, uma nova Bjork, uma Beyoncé branca ou uma nova Ida.

  5. Falando em Florence + the machine emulando a beyonce —> http://www.youtube.com/watch?v=Eu6GhJSj3HI&feature=channel

  6. acho bonito o fato da Imbruglia ser brasileira e não desistir, prefiro a irmã dela anyways the bitcher the better :D

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